Por um lado temos uma sociedade dedicada a desenvolver o nosso bem estar geral até ao extremo e por outro lado deparamo-nos com a falta de tempo, com compromissos sem fim, doenças diversas, insatisfações várias. Este cenário é o resultado desses extremos: muito trabalho e muito sedentarismo, alimentação  em extremos e sem qualidade, etc.

Ao praticar yoga regularmente conseguimos usar a contemplação aliada a outros exercícios específicos para nos ajudar a cultivar a equanimidade e o foco intencional. É com essa prática que aprendemos a reconhecer e observar o movimento da nossa mente e pensamentos, assim podendo identificar os nossos “gostos e não gostos”, julgamentos esses que estão na origem de muitos dos nossos sofrimentos. Ao conscientemente diminuir esses opostos estaremos a criar gradualmente estabilidade e equilibrio interno.

Através da meditação, da vocalização dos mantras, de exercícios psicofísicos (ásanas), de exercícios respiratórios (pranayama), técnicas de relaxamento profundo, estudo das escrituras (praticadas regularmente e por um longo período), conseguimos capacitar-nos a gerir momentos difíceis. Fazendo uso do corpo, da mente e das emoções como ferramentas úteis para manter a força e a energia (Prana) vibrantes.